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reflexões sobre o bolsoespiritismo, bolsoespiritualismo ou espiritualismo de extrema direita


user3

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Ana Cláudia Laurindo

Texto publicado originalmente em Repórter Nordeste.

“A inclinação do meio espírita brasileiro liderado por Divaldo Franco tem sido acreditar em sofismas rebuscados, anunciados com palavras conhecidas, ditas pelo médium , que ao analisar os conflitos armados entre a Rússia e a Ucrânia mostra o quanto se tornou fácil convencer multidões sobre uma narrativa, mesmo quando nada se compreende sobre o fato analisado.

De maneira vergonhosa, a ortodoxia espírita tupiniquim atribui efeitos satânicos ao termo comunismo, ao qual Divaldo tem acostumado  citar em discursos de cunho político conservador, que no contexto brasileiro logo indica com qual política está afinado.

É lamentável observar a derrocada ética/humanitária deste núcleo que centralizou as representações da linda doutrina, manipulando através de  médiuns oradores e escreventes, conteúdos que iludem, enganam, induzem milhares de mentes viciadas em poder e ajustes moralistas das condutas exteriores a enfileirar nas correntes nazi-fascistas envolvidas nas políticas partidárias em nosso país.

Oportunidades de compreender os males sociais gerados por políticos de inclinação fascistas todos os brasileiros possuem há anos, mas a cosmossociologia espírita se torna cada vez mais envolvida nas teias do poder que privilegia líderes míopes para os desmandos da política hegemônica, que atua sobre os sentidos com a voracidade demoníaca real, pois o mal chega até as pessoas de carne e osso através de decisões políticas que desarmonizam e desequilibram todas as vítimas.

Divaldo Franco nada entende sobre geopolítica mundial mas insiste em espalhar vídeos com conteúdos lastimosos para alimentar seus fanáticos seguidores, reafirmando jargões enquanto os libera da responsabilidade de estudar em fontes verdadeiras no intuito da compreensão que liberta; o jugo da classe não tem permitido essa experiência profunda de autonomia?

Para não entender sobre política real, a casta salvífica que administra caridades materiais mantém-se no cercadinho espírita, fascinada em torno da fala rouca do médium arrogante, e lá se vão inúmeras experiências encarnatórias perdidas na preguiça de pensar!

O número dos que estão recusando seguir sob a denominação “espírita” no Brasil está aumentando, pois lidar com as aparições patéticas dos médiuns perseguidores do “comunismo” está desanimando estudiosos da doutrina, médiuns anônimos sérios e comprometidos com o trabalho educativo, generoso e incentivador que Kardec espelha e indica nos muitos escritos que deixou.

Espiritismo não tem donos, não necessita de guetos, e fomenta o livre pensar , mas infelizmente o meio espírita brasileiro atua contra estas assertivas e gera dependências religiosistas, caminhando para o lado oposto do que exemplificou Kardec, um espírito cientista e político, digno de respeito, mesmo nos casos de reprodução das verdades do seu tempo histórico, em evolução.

O religiosismo acrítico sustenta as aparições de Divaldo Franco, as vezes oráculo, outras sofista, mas sempre comprometido com os interesses das classes dominantes e grupos hegemônicos dispersos nas instâncias de poder.

Isso não é espiritismo. Isso é a escolha do médium e daqueles que o seguem.

Despertemos.”

 

 

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O patriotismo e o espírita

“O amor a uma pátria qualquer e a uma bandeira e suas cores que representam um estado é uma das muitas deformações que bem caracterizam um espírito ainda em estágios primários do processo evolutivo.

Os espíritos, e isso os espíritas trazem como uma unanimidade, independente se progressistas ou bolsoespíritas que defendem tortura e milícias, não são caracterizados por sexo ou origem geográfica, pois são livres dessas amarras, vivendo experiências diversas no longo processo do aprendizado encarnatório.

Diante dessa realidade transcendente, falar em patriotismo soa como um escárnio a um espírita que bem compreende a necessidade maior da vida no corpo: o aprendizado do amor.

Em nome do patriotismo e em defesa dum estado qualquer, muitas barbaridades inomináveis foram cometidas contra pessoas inocentes no transcurso da recente história humana.

Recente porque a noção de pátria, de estado nacional, é uma construção social nova e pode-se datá-la a partir do surgimento do sistema capitalista de produção. Cada sistema econômico na história dos homens forjou, a partir das necessidades de classe, suas instituições sociais e sua organização política. A transição entre o feudalismo e o capitalismo, época conhecida na história como Idade Moderna, fez surgir diversas novas estruturas sociais, como uma nova organização familiar, os estados nacionais, a escola como hoje conhecemos, a democracia parlamentar burguesa etc. Antes do capitalismo, nada disso existia, é importante frisar.

Entende-se, a partir da compreensão desse fenômeno econômico e social, que a organização da sociedade em que se vive é fortemente influenciada pela estrutura econômica em que está baseada. Da mesma forma, a organização social acaba por influenciar a própria estrutura econômica, num processo dialético dinâmico que faz com que a sociedade humana esteja em contínuo processo de transformação, um fenômeno muito bem explicado por Engels e Marx, e conhecido como materialismo dialético.

Portanto, defender a “família tradicional” ou as cores que representam temporariamente o país em que se nasceu é, obviamente, uma aberração histórica e social para todos aqueles que compreendem bem o papel das estruturas sociais no passar das eras e a longevidade do espírito imortal.

O sentimento de patriotismo é indefensável para um espírita, ele é uma chaga moral. Pois, como já dito, ele caracteriza a opção temporal de uma bandeira em detrimento do amor atemporal que, em última análise, deve ser o norte do espírito encarnado. Deve-se amar o outro, respeitar seres, independente de fronteiras nacionais, que são todas artificiais, culturais e não naturais, e independente de orientação sexual, identidade de gênero ou condição social. Devemos amar e o amor é uma experiência de respeito, de tolerância, de compreensão, não é sobre gostar ou não de alguém ou de algo.

Amar: é isso que estudamos aqui no corpo e essa é a nossa grande dificuldade. E todos os obstáculos a esse objetivo devem ser superados por nossos esforços pessoais e coletivos. O patriotismo, esse estanho sentimento que faz odiar indivíduos em prol duma ideia datada historicamente, é um dos mais severos obstáculos à realização plena do potencial do espírito imortal.

A partir dessa breve análise histórica e espírita, percebe-se o quão esdrúxulo é falar duma “pátria do evangelho”, pois o espírito viveu, vive e viverá muitas experiências em diversas realidades culturais e históricas e, em todas elas, será capaz de apreender novas práticas de amor e compreensão e nelas acrescer em si o tesouro que, segundo as palavras do nazareno, os ladrões não roubam e as traças e a ferrugem não destroem.

Conclui-se, enfim, que entre os esforços morais dos seres encarnados está a superação do tolo e abjeto sentimento de patriotismo. Ele nada mais tem a oferecer ao crescimento do espírito que vem à Terra aprender o amor incondicional.”

fonte site espiritasaesquerda.com.br

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15 minutos atrás, sandrofabres disse:

Ué... mas será que o Divaldo enfiou a idéia de comunismo no meio da treta Rússia/ Ucrânia ??? Seria cômico, já que tanto a Rússia quanto a Ucrânia são governadas pela direita, eheheh.  

ele da palpite até em briga de formiga.

tem uma coisa que não entra na minha mente, q é acharem que ha mentor de luz trabalhando ali do lado desse pessoal, sintonizado com essas ideias; pra mim não ha, pode ser outra coisa, mas mentor de luz evoluido nao, ou não ha nada, so as ideias deles mesmo.

imagina por exemplo fazer um tratamento com um terapeuta holistico apoiador das ideias da extrema direita, sera que a pessoa sai com uma boa energia depois da terapia? seria como tomar banho com agua suja.

colei uma reflexão boa acima sobre essa bobajada de patriotismo dos bolsoespiritas.

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O assédio da extrema direita na ambiência das casas espíritas, por Manoel Fernandes Neto

“Usar a religião como forma de manipulação é uma das características dos regimes totalitários, como o fascismo

Um amigo do interior de São Paulo queixou-se de que foi obrigado a sair do grupo mediúnico e da casa dos quais participava. O assédio eleitoral em nome da “família, pátria e Deus acima de tudo” tornou sua situação insustentável. Médium de grande valor, em determinado momento foi acusado de obsessão por não concordar com o que era colocado, exposto pelo WhatsApp e presencialmente. Contou-me, resignado, que a sua saúde mental estava comprometida. Saiu para não voltar mais.

São muitos os casos parecidos. Grupos de trabalho presencial e online foram contaminados por uma lógica enviesada em relação ao Governo que se encerra; tudo ancorado nas mais estapafúrdia fakes news, produzidas para manter a narrativa do momento: Brasil, o paraíso do “homem de bem”.

Comunicado da Federação Espírita Brasileira, divulgado em outubro, com o tema “FEB e as eleições”, parece não ter conseguido atenuar a atuação de espíritas, em redes sociais e internamente nos centros, baseada naquilo que convencionou-se chamar “gabinete do ódio”; uma central que cria artes, vídeos, áudios e histórias falsas de acordo com a estratégia eleitoral. Cofrades oram de olhos fechados, mas apoiam a necropolítica.

A federativa, no texto, se restringiu às mensagens vindas do além túmulo; afirmou que não endossava “nenhuma manifestação espiritual, veiculada em quaisquer meios, em que se recomenda a escolha deste ou daquele candidato e conclama os espíritas ao bom senso de se avaliar os conteúdos das mensagens, recordando que não são as assinaturas de personalidades reconhecidas que lhes dão credibilidade, mas o seu conteúdo”.

Em seguida, a instituição convidou todos a ler mensagens de Emmanuel.

A FEB não abordou nada em relação a assédio político. Não disse nada sobre mensagens mentirosas que são espalhadas sem nenhum pudor. Não orientou algo que está no âmago dos fatos: o religiosismo messiânico político, importado do meio neopentecostal, que recriou a figura do salvador da pátria e da falsa luta do “bem contra o mal”.

Conversando com espíritas frequentadores de casas de várias regiões do Brasil, apurei que a “proibição” de falar de política abrange não falar sobre as mazelas do governo que se encerra neste ano, tais como o fim das políticas públicas, a destruição do estado democrático de direito, a disseminação do ódio, o assédio de quem pensa livremente. Tudo isso está proibido.

O que continua permitido é o culto a um falso profeta e uma luta ambígua na defesa da família e da pátria; em nome de um “deus” que pune, que escolhe quem é digno do seu amor, que não enxerga a fome e desnutrição de parte da população, que não quer e despreza uma sociedade plural. Um deus morto.

A história do feixe de varas, tão alardeada no meio espírita, uma metáfora àqueles que pregam a união, não sobrevive a simples análise. O feixe existe sim, mas somente com aqueles que professam a fé cega, em detrimento da razão, ciência e da filosofia. Aliás, para pegar um gancho em uma expressão da moda: “é disso que se trata”.

Religião! Uma constatação e uma oportunidade.

O incremento da religiosidade exacerbada nas casas espíritas, descontando suas origens, ganhou impulso nos últimos quatro anos de ascensão da extrema direita ao poder – incluídos aí dois anos de pandemia, com discursos e palestras antivacinas e curas milagrosas – no rastro da busca da pretensa perfeição, na ode aos “escolhidos” e no maniqueísmo “céu e inferno”. Na escolha de um inimigo; nesse caso, o campo progressista.

Na ambiência das casas espíritas, esquece-se da obra de Kardec, ignora-se o contraditório, apregoam que o centro espírita é uma escola, mas abominam o debate de ideias; dessa forma, ganham destaque no estudo e nas palestras somente os temas evangélicos, religiosos e de autoajuda, além de um leque de achismos baseados na redenção, em um formato medieval. O discurso de autoridade de quem “tem décadas” de espiritismo é vazio, com nenhuma aderência com a realidade.

Mas a oportunidade nesses tempos sombrios se impõe. Por mais que tenhamos, hoje, uma situação caótica, é dela que pode surgir um novo tempo. Laicismo, Democracia e Kardec devem se sobrepujar a tentativas dantescas de manipulação dentro das casas e instituições. A evidência da inviabilidade de um espiritismo como religião, templo ou igreja, fica claro para qualquer estudioso iniciante. A “redenção” sem trabalho é uma balela, não existem privilégios e o progresso é inexorável. Aliás, o que sempre atraiu novos adeptos à doutrina foi justamente sua dialética, a ausência de atributos salvacionistas, a abertura de pensamento. Foi isso o que fez o espiritismo florescer e se manter.

Usar a religião como forma de manipulação é uma das características dos regimes totalitários, como o fascismo. Está na hora da FEB e federativas estaduais implementarem campanhas educativas com vídeos, palestras, encontros e postagens para restituir o espiritismo em seu tríplice aspecto, no âmbito das casas espíritas, entre seus participantes. Não será com comunicados frios e impessoais que o movimento federativo alcançará essa demanda, mas com ações efetivas que resgatem o livre pensar de forma plena. A pergunta: é do interesse das federativas e suas regionais trilhar esse caminho?

Enquanto isso, devemos manter a atuação valorosa nas trincheiras do laicismo, o caminho aberto para compreensão integral a Kardec, com grupos e núcleos espalhados pelo Brasil, surgidos com inspirações em coletivos como esse ECK, que se destaca como um autêntico laboratório de ideias de vanguarda em relação à compreensão do espiritismo. O grupo Espiritismo com Kardec não se abstém de pensar a recriação de um movimento espírita democratico, plural, laico; que mantenha vivo o arcabouço da obra de Allan Kardec.

Esse próprio especial, “2023: laicismo, democracia e Kardec”, que avançará por todo 2023, cria oportunidades de trazer reflexões em relação à importância de reinvenção de uma ambiência espírita autêntica, sem medo do diálogo entre pensadores de diferentes matizes, mas com o compromisso de criação de novos paradigmas para enfrentamento das mazelas atuais e para o alvorecer renovador de um futuro próximo. Vamos nos ver muito por aqui.

Quanto ao meu amigo que saiu da casa espírita por causa do assédio, ele me confessou que nunca esteve tão bem e seguro do significado do espiritismo.”

Manoel Fernandes Neto é jornalista e membro do conselho do ECK.

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23 minutos atrás, user3 disse:

Portanto, defender a “família tradicional” ou as cores que representam temporariamente o país em que se nasceu é, obviamente, uma aberração histórica e social para todos aqueles que compreendem bem o papel das estruturas sociais no passar das eras e a longevidade do espírito imortal.

O sentimento de patriotismo é indefensável para um espírita, ele é uma chaga moral. Pois, como já dito, ele caracteriza a opção temporal de uma bandeira em detrimento do amor atemporal que, em última análise, deve ser o norte do espírito encarnado

Conclui-se, enfim, que entre os esforços morais dos seres encarnados está a superação do tolo e abjeto sentimento de patriotismo

É bem isso! 

33 minutos atrás, sandrofabres disse:

Ué... mas será que o Divaldo enfiou a idéia de comunismo no meio da treta Rússia/ Ucrânia ??

Pelo jeito sim, kkkk:

"... a China, que TAMBÉM é comunista e se absteve se apoiar o seu PARCEIRO"

 

 

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56 minutos atrás, sandrofabres disse:

Divaldo enfiou a idéia de comunismo no meio da treta Rússia

pois é, vi o video, ele fica ali dando opiniões politicas.

o que eu acho, é que como representante do espiritismo ele não deveria ficar dando essas opiniões.

alguem evoluido e com um mentor evoluido do lado simplesmente diria “guerra é errado, somos irmãos no universo independente das fronteiras de um mapa feito por humanos, a evolução é a fraternidade”, e nao ficar falando que o lado a ou lado b esta certo ou errado.

 

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Aqui onde moro logo que percebi esse apoio a esse candidato dentro dos centros espiritas parei de frequentar os centros. Como eu poderia frequentar um lugar de evolução que apoia um candidato apoiador de coisas como armas violencia fake news teorias conspiratorias conflitos e muitas outras coisas negativas? Nao ha como. Isso é uma involução.

Mas no caso, a federação espirita permitiu isso, e o lider dos espiritas ficou a vontade pra disseminar suas ideias e apoios. Eles poderiam ter feito como os centros budistas.

Depois disso, fui a um centro budista e perguntei se havia isso ali, pq eu estava pensando em frequentar. Me disseram que nao apoiam nenhum candidato, e que sao contra coisas negativas como armas violencia, e inclusive vi esse aviso de que nao apoiam candidatos nas redes sociais dos centros budistas.

Ja nas redes dos representantes do espiritismo, so rola as postagens de fake news e os avisos de “patriota” na bios do perfis.

E eu ja parei e refleti varias vezes, pra ver se esse pessoal esta certo, vai que eu que sou o errado. Mas nao entra na minha mente essas coisas que eles apoiam como certas, pelo contrario. Eu tb fico me perguntando se esse pessoal faz alguma reflexão. Provavelmente nao. Uma vez conversando com um palestrante espirita que conheço, ele me disse o seguinte: “quando começou essas questoes (tomar ou nao vacina) eu perguntei pra minha esposa o que a gente deveria fazer”. Veja, eu fiquei so pensando, o cara é palestrante espirita e perguntou pra esposa, poha, nao sabe pensar nem escolher por si, ela que escolhe isso pra ele, entao a escolha da familia inteira foi assim. E eu conheço um outro palestrante espirita pessoalmente tb, ele gosta de dizer que postou na rede dele so pra provocar os esquerdistas. Veja a evolução da pessoa, de uma doutrina que diz que temos que evoluir, e sente prazer em gerar conflitos, e ainda é palestrante, ensina o pessoal la na frente. Sera que o mentor esta aplaudindo ali do lado?

 

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3 horas atrás, user3 disse:

Aqui onde moro logo que percebi esse apoio a esse candidato dentro dos centros espiritas parei de frequentar os centros. Como eu poderia frequentar um lugar de evolução que apoia um candidato apoiador de coisas como armas violencia fake news teorias conspiratorias conflitos e muitas outras coisas negativas? Nao ha como. Isso é uma involução.

 

Dentro do meio espírita, escolher lado A ou B ou C de questões políticas é totalmente errado e contraditório.

Automaticamente haverá exclusão e também um certo preconceito com quem não apoia o tal partido e supervalidação de todo ato do partido defendido, como vemos em todos os locais onde a política foi inclusa. Estão enfiando os pés pelas mãos, querendo por política até em um ambiente que deveria ser focado na evolução espiritual. Não está certo, e você certa em não frequentar estes centros pois a obra que era o foco ali já está desviada! 

Estes partidos se enfiam em todos os locais possíveis tentando arrastar o máximo de gente e ao mesmo tempo dar mais crédito as suas pregações. Ah, mas os cristãos estão comigo, então estou certo! Mas os centros espíritas estão comigo, estou certo. Terreiros estão comigo... e por ai vai. Durante a campanha do indivíduo em questão, vimos ele frequentando diversos locais diferentes, era igreja, era terreiro, era maçonaria, etc.

Não defendo político nenhum, pois não há como crescer no meio político sem se sujar também. Porém, completamente errado querem se apossar até disto! Agora se dissermos que somos mediuns, que frequentamos estes centros, automaticamente seremos considerados de partido tal. Não vejo um ponto onde isso está certo.

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8 horas atrás, Flores disse:

Dentro do meio espírita, escolher lado A ou B ou C de questões políticas é totalmente errado e contraditório.

Automaticamente haverá exclusão e também um certo preconceito com quem não apoia o tal partido e supervalidação de todo ato do partido defendido, como vemos em todos os locais onde a política foi inclusa. Estão enfiando os pés pelas mãos, querendo por política até em um ambiente que deveria ser focado na evolução espiritual. Não está certo, e você certa em não frequentar estes centros pois a obra que era o foco ali já está desviada! 

Estes partidos se enfiam em todos os locais possíveis tentando arrastar o máximo de gente e ao mesmo tempo dar mais crédito as suas pregações. Ah, mas os cristãos estão comigo, então estou certo! Mas os centros espíritas estão comigo, estou certo. Terreiros estão comigo... e por ai vai. Durante a campanha do indivíduo em questão, vimos ele frequentando diversos locais diferentes, era igreja, era terreiro, era maçonaria, etc.

Não defendo político nenhum, pois não há como crescer no meio político sem se sujar também. Porém, completamente errado querem se apossar até disto! Agora se dissermos que somos mediuns, que frequentamos estes centros, automaticamente seremos considerados de partido tal. Não vejo um ponto onde isso está certo.

exatamente.

quem quer enxergar ve que eles foram e sao usados.

é uma questao de querer ver.

e nao ha como frequentar, com o intuito de evoluir, lugares onde ha isso.

e isso frustrou muito a mim e a muita gente que colocava fé no que se mostrou ser apenas mais uma dessas religiões do mundo.

mas nao da pra colocar nossa fe em religioes ou em outras pessoas, so em nos mesmos ou em Deus, isso no nosso caso.

no caso dessa instituição e a maioria de seus membros, eles colocaram a fe deles em uma pessoa, um candidato, e suas ideias muito negativas.

melhor seguir sem isso pra nao se prejudicar.

como diz a biblia, eles viraram “pedra de tropeço”, pq sao religiosos que induzem outros a erros.

 

“O silêncio diante do mal é o próprio mal.” (Dietrich Bonhoeffer) - pastor luterano alemao membro da resistencia anti nazi.

 

 

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Quando olho pelo lado deles eu entendo. A política afeta a todos, está longe de ser uma mera escolha individual porque as consequências são para todos. Então acho que faz sentido que queiram defender  oque julgam ser melhor para a sociedade toda.

Só acho que há tanta incoerência entre o discurso e a escolha que preferem  que é difícil não pensar que estão todos sob domínio das trevas e não percebem.

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1 hora atrás, sandrofabres disse:

queiram defender  oque julgam ser melhor para a sociedade toda

há tanta incoerência entre o discurso e a escolha

difícil não pensar que estão todos sob domínio das trevas e não percebem

Sim, o argumento deles é essa “defesa” do “bem” comum.

Eu fico pensando quais os motivos de estar no meio disso mesmo sendo visivel a negatividade.

Talvez a justificativa de “defesa” apenas sirva como desculpa ou pra um “nao querer ver” de alguns desses motivos:

adultos conduzidos pelo ego ou orgulho dominante, e nao pela essencia

adultos infantilizados guiados pelas emocoes

adultos com falta de inteligencia

Acho cada vez mais q a jornada é individual, e nao seguindo grupos guiados por ideias erradas.

E acho q me frustrei pq por antes ter assistido filmes espiritas, e eles dao a entender isso, fiquei c a ideia errada de q o espiritismo seria a religiao escolhida pelo trabalhadores da luz. Mas a religiao deles é a luz, o bem, e nao religioes criadas pelos homens.

 

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eu precisava desabafar sobre isso.

a minoria nao é ouvida.

a maioria esta la apoiando.

vejo gente reclamando nos comentarios dos videos do youtube de espiritas apoiadores disso.

antes eu queria um lugar onde eu pudesse trabalhar na pratica a espiritualidade, pra evoluir e ajudar.

e queria um lugar pro meu filho aprender tb, sobre espiritualidade, mas eu iniciei levando ele 2 vezes e retirei ele da evangelização infantil, nao o levo a isso.

como eu disse, ficar no meio disso seria uma involução, regredir, e eu acredito q o espirito regride sim, o q ocorre nos centros espiritas e no espiritismo brasileiro é um exemplo.

no espiritualismo, por sorte ainda ha os centros budistas contra isso, pelo q vejo, so eles.

talvez haja por aí algum centro espirita nao federado q seja contra essas coisas tb.

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1 hora atrás, user3 disse:

antes eu queria um lugar onde eu pudesse trabalhar na pratica a espiritualidade, pra evoluir e ajudar.

Penso que não há nada de errado alguém do meio espírita debater política, estamos no plano físico e isso faz parte do sistema em que vivemos e influência nossas vidas. Mas, juntar com o espiritismo nisso é que é errado. Tem que separar as coisas. O eu espiritual que está fazendo aquela obra pela evolução individual e coletiva, da minha pessoa física que com os olhos terrenos reflete por si mesmo as questões políticas do mundo. Dai já está abertas portas para espiritos negativos entrar nestes locais e sair dali com mais vítimas. Ainda mais que os dois partidos mais conhecidos vivem de se atacar, se odiar, desprezar uns aos outros.

Eu seria considerada como em um local como este se disesse que votei no partido contrário? kkkk Apenas uma suposição.

Seria inclusa com respeito, humildade e ajuda genuína nestes grupos sem que tentassem mudar minha visão política? Seria vetada dali? Seria considerada alguém para atrapalhar a evolução mundial, do país, do espiritual coletivo? E como você disse, estão pondo sua fé em homens, e ainda mais um que já deu tantas declarações lamentáveis. 

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1 hora atrás, user3 disse:

eu precisava desabafar sobre isso.

a minoria nao é ouvida.

a maioria esta la apoiando.

vejo gente reclamando nos comentarios dos videos do youtube de espiritas apoiadores disso.

antes eu queria um lugar onde eu pudesse trabalhar na pratica a espiritualidade, pra evoluir e ajudar.

e queria um lugar pro meu filho aprender tb, sobre espiritualidade, mas eu iniciei levando ele 2 vezes e retirei ele da evangelização infantil, nao o levo a isso.

como eu disse, ficar no meio disso seria uma involução, regredir, e eu acredito q o espirito regride sim, o q ocorre nos centros espiritas e no espiritismo brasileiro é um exemplo.

no espiritualismo, por sorte ainda ha os centros budistas contra isso, pelo q vejo, so eles.

talvez haja por aí algum centro espirita nao federado q seja contra essas coisas tb.

Se você estiver falando da FEB e centros filiadas a ela, desde o tempo que o Chico era vivo sempre ouve muita treta e situações que encaro como injustiça.

Já centros budistas não faço ideia das posições deles. Mas tem uma monja aí careca... só falta ela mandar exterminar um certo grupo étnico.

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1 hora atrás, Joe disse:

Se você estiver falando da FEB e centros filiadas a ela, desde o tempo que o Chico era vivo sempre ouve muita treta e situações que encaro como injustiça.

Já centros budistas não faço ideia das posições deles. Mas tem uma monja aí careca... só falta ela mandar exterminar um certo grupo étnico.

Sim, naquela epoca do chico ja davam pitaco. Tem video dele no youtube respondendo a pergunta "o q pensam os benfeitores espirituais quanto a posição do brasil atual (estavam em ditadura militar)". Uns dizem q ao responder ele estava c medo ao responder pq ali haviam militares, mas acho q nao pq ele diz claramente q deveriamos "reverenciar benfeitores guardioes da ordem e nao prejudicar a comunidade", ou seja, a mesma justificativa atual.

Pra mim, a resposta de um ser evoluido seria essa bem rapida e simples e q todos sabem ser o certo: “somos irmãos no universo, a evolução é a fraternidade entre todos, amar o proximo” e muitas outras respostas q defendam o bem de todos, e nao essa resposta acima q deu apoio ao q estava acontecendo. Ou o medo o fez responedr isso. É dificil saber. Isso de responder q ha um mal necessário, acho q mentor de luz nao da apoio a isso nao. Essas coisas vem da propria pessoa ou ela esta imaginando um mentor q nao esta ali, ou pode ser um negativo.

O mal existe no mundo e esta ali e é usado pra q alguns aprendam, mas dizer q o mal foi colocado ali pra fazer o bem e o apoiar é totalmente errado.

Eu nao sabia dessa da monja rs, vou prestar atenção nisso.

Olha, todos nos erramos, mas o problema é ficar anos errando e ainda ensinando outros a errarem.

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2 horas atrás, Humberto disse:

Alexandre Caldini no youtube

Interessante q ele é bem sincero ao dizer q ele mesmo escreve seus lvros, por inspiração do plano espiritual, q todos tem. Diferente da maioria, ele nao diz q escreveu pq o famoso espirito tal o procurou e ele é um medium e com essa capacidade especial e diferente foi escolhido pra escrever um livro.

E por coincidencia tambem no primeiro video q assisti dele hj ele fala sobre um texto q leu sobre o q os torturadores do regime militar plantaram e estao colhendo no hj.

Eu acho q a maioria desses q escrevem dizendo q outro espirito ditou escreveram por intuição.

Esses dias vi um video no youtube de um medium ensinando a psicografar, e ele dizia isso, q era medium intuitivo, pra usar a intuição.

Tem q ser muito bobinho pra de cara ja imaginar q o escritor é especial e conversa c entidades.

E tem q ser pouco honesto e se achar especial pra dizer ao publico q ira ler q foi procurado pra escrever algo, se nao tiver evidencias de q foi.

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3 horas atrás, Joe disse:

Se você estiver falando da FEB e centros filiadas a ela, desde o tempo que o Chico era vivo sempre ouve muita treta e situações que encaro como injustiça.

 

O apoio do espiritismo brasileiro à ditadura, ao militarismo, guerras e conflitos com a desculpa de ameaça comunista ja vem de muitas decadas atras.

 

O apoio de Chico Xavier à ditadura militar que poucos perceberam. Por Saddam Hayek

"APOIO À DITADURA, AO AI-5 E CONDECORAÇÃO DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA, O “CÉREBRO” DO REGIME DITATORIAL

Muitos imaginam que Chico Xavier, através das narrativas que prevalecem hoje, que o fazem mais próximo de um personagem de contos de fadas, é uma figura progressista e moderna, apesar de sua aparência antiquada que, no auge de sua carreira, foi marcada pelo uso de ternos velhos e fora de moda, além do eventual uso de uma peruca que o fazia parecer mais antiquado ainda.

Essa atribuição chega ao ponto de atribuir ao “médium” a reputação de “dono do futuro”, através das supostas profecias da “data-limite”, uma prática rejeitada severamente por Allan Kardec em O Livro dos Médiuns, no qual há o aviso de que, em suma, diz que “qualquer tentativa de prever o futuro estabelecendo datas fixas para os acontecimentos é sinal de mistificação e de influência de espíritos inferiores e zombeteiros, que apelam para o profetismo para intimidar e dominar as pessoas”.

O que poucos conseguem admitir é que Chico Xavier foi um dos religiosos mais conservadores da história do Brasil. A exemplo de Madre Teresa de Calcutá, ele sempre foi adepto da Teologia do Sofrimento, corrente que levava às últimas consequências o obscurantismo católico meieval. A propósito, o mito de “bondade e caridade” de Chico Xavier foi claramente inspirado no que o jornalista inglês Malcolm Muggeridge fez em prol de Madre Teresa, um pretenso mito “filantrópico” feito em moldes bastante conservadores.

O conservadorismo de Chico Xavier possui amostras ligeiras num texto publicado pelo blog Charlatanismo Espírita. Ele se baseia numa ilusão de que, suportando as piores desgraças em silêncio e “sem queixumes” (palavras do “médium”), o sofrimento desapareceria, dando lugar às “bênçãos divinas”. É um receituário surpreendentemente conservador, e que no entanto não aparece entre os memes de Chico Xavier que circulam nas redes sociais.

O que chama a atenção é o seu apoio à ditadura militar, um fato subestimado por seus seguidores e simpatizantes. E esse apoio foi explícito, convicto, certeiro e ostensivo demais para ser tratado como um fato sem importância ou um “acidente de percurso”.

Para esta última hipótese, existe a ilusão, marcada pela paixão obsessiva aos “médiuns”, que alega que eles só “decidem por si mesmos” em coisas agradáveis a seus seguidores. Quando se tratam de erros ou demais aspectos desagradáveis, alega-se que os “médiuns” estão “obsediados”, o que é um grande absurdo, pois eles, como humanos, também podem adotar posturas reacionárias e cometer erros preocupantes que não podem ser alvo de complacência alguma.

No programa Pinga Fogo, da TV Tupi de São Paulo, em duas edições em 1971, Chico Xavier manifestou tamanha defesa à ditadura militar que ele desferiu ataques aos comunistas, ao proletariado, aos camponeses e aos sem-teto, além de reafirmar seu repúdio à figura política de João Goulart, deposto depois que uma manifestação no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, em 1964 – que, segundo o historiador Jorge Ferreira, foi organizado por católicos conservadores e apoiado pelo “espiritismo kardecista” (eufemismo para o “espiritismo” de Chico Xavier) – , pediu um golpe militar para “livrar o Brasil da ameaça comunista”. Dá pena ver pessoas que se consideram “de esquerda” hoje manifestarem apreço a Chico Xavier e até classificá-lo como “marxista”. O “médium” iria detestar.

Chico Xavier, diante de uma audiência gigantesca, tanto a plateia que lotava o estúdio da TV Tupi quanto aqueles que assistiam o programa pela TV, defendia a ditadura militar e o AI-5, a repressiva ferramenta do regime ditatorial que permitiu a violência de órgãos como o DOI-CODI. Segundo Chico Xavier, o AI-5 era “necessário para combater o caos existente no Brasil”. “Caos” é um eufemismo que a direita define como os protestos populares contra os abusos do poder político e econômico.

Segundo Chico Xavier, o ideal era que os brasileiros “orassem em favor dos militares”, que estavam fazendo do Brasil “um reino de amor do futuro”. Ou seja, um “reino de amor” construído sob rios de sangue de muitos inocentes. Por associação, podemos dizer que, entre os que eram apoiados por Chico Xavier neste apelo, estavam o delegado Sérgio Paranhos Fleury e o temível coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, exaltado por Jair Bolsonaro. O sadismo de Ustra era tanto que ele, além de agredir, com próprios punho e voz (dada a fazer ironias violentas), os presos políticos, ele chamava crianças para assistir às sessões de tortura.

Mas o que chama mais ainda a atenção é que, em 1972, um ano após o Pinga Fogo, Chico Xavier recebeu um convite da Escola Superior de Guerra para fazer palestras e receber um título honorário. E o “médium” aceitou comparecer a esse evento, sendo efusivamente homenageado e retribuindo solenemente às homenagens recebidas.

A cerimônia, que dá fortes indícios de que Chico Xavier teria colaborado com a ditadura militar – lembremos que não é impossível uma personalidade religiosa manifestar apoio a regimes opressivos – foi abafado por uma tese sem pé nem cabeça: a de que o “médium” teria “apoiado a ditadura militar” para salvar a própria pele e proteger o “movimento espírita”. O apoio, segundo um dos acadêmicos complacentes, Ronaldo Terra, seria “fruto da santidade do médium”, uma teoria que este autor não teve condições de explicar de maneira lógica e esclarecedora.

Afinal, a homenagem da Escola Superior de Guerra, “cérebro” da ditadura militar – ainda na crise de Jânio Quadros em 1961, a “Sorbonne”, como era conhecida a instituição, já expusera sua teoria sobre golpes militares e governos ditatoriais, teses aplicadas três anos depois – , a um ídolo religioso, sugerem que há uma relação de reciprocidade entre “médium” e ditadura, porque ninguém é homenageado à força nem comparece a homenagens a contragosto.

Em primeiro lugar, Chico Xavier deveria sentir horror à palavra “guerra”, se o que seu mito representa fosse verdade. Só isso poderia tê-lo feito recusar as homenagens. Só que não. E, para quem acha que Chico Xavier era humanista, um recado: um humanista verdadeiro nunca prestaria qualquer apoio a opressores, mesmo que seja como forma de sobrevivência. É preferível, para um humanista, se sacrificar em prol dos oprimidos. O próprio Jesus Cristo é exemplo disso. E, se um humanista quisesse salvar a própria pele, não apoiaria a ditadura, ele iria para o exílio. Chico Xavier ficou no Brasil.

Chico Xavier também demonstrou ser aliado do coronelismo que detinha o poder no Triângulo Mineiro, região onde fica cidades como Uberaba, onde o “médium” viveu suas últimas décadas, e Uberlândia. A obra doutrinária do “médium” defendia aspectos que se identificam com a precarização do trabalho, inclusive o trabalho exaustivo. Há também indícios de racismo e machismo em Chico Xavier, como se pode observar no link do Charlatanismo Espírita descrito aqui.

A complacência das pessoas ignora que Chico Xavier é um reacionário por conta de suas raízes sociais, de sua formação familiar e religiosa e mesmo nas ideias que ele, por gosto, defendeu até o fim da vida. Não há indícios de que Chico Xavier se arrependeu do apoio à ditadura militar e ele nem apoiou campanhas de redemocratização. Ele apenas acreditava que a ditadura acabou por “vontade de Deus”.

Chico Xavier também foi um dos anti-petistas de primeira hora, manifestando horror em ver o Brasil ser presidido por Luís Inácio Lula da Silva, pelos mesmos argumentos da atriz Regina Duarte. O “médium” apoiou Fernando Collor em 1989 e, nos últimos anos de vida, demonstrou entusiasmo pela figura de Aécio Neves, ao ser visitado pelo tucano mineiro.

O conservadorismo de Chico Xavier salta aos olhos. Supor uma imagem “progressista” de Chico Xavier é como comprar briga com a realidade. Os esquerdistas que apreciam o “médium” precisam explicar o tempo todo suas posições, cheias de aspectos contraditórios. Em compensação, os direitistas, inclusive bolsonaristas, se sentem mais tranquilos em apoiar Chico Xavier, não precisando dar explicação alguma, porque a identificação com ele se demonstra clara e óbvia. O “médium” foi uma das maiores figuras do conservadorismo religioso do Brasil. Cabe a uma parcela de seguidores sair do mundo da fantasia e admitirem isso."

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